sábado, 10 de outubro de 2015

Presidente do SINDSEPMa, afirma: projeto de lei aprovado tem objetivo único de prejudicar os servidores


Com tanto problemas que tem o município de Araioses, a prefeita Valeria do Manim “ prefeita de direito e não de fato ”  deveria está preocupada em fazer o “dever de casa" , expressão  usada por sua tia secretária de educação e cumprir suas promessas de campanha. Desde que iniciou seu mandato está apenas a cumprir ordens de  seu pai Manin  e tem buscado formas de desarticular o SINDSEPMA. Enquanto falta a essa prefeita noções básicas de gerenciamento,  seu governo é marcado por escândalos e falta de compromisso com seus munícipes.
 A população sofre por falta de atendimento básico de saúde, escolas em condições precárias de funcionamento, professores tendo que tirar do bolso para desenvolver suas atividades em sala de aula, energia dos prédios públicos cortados, da sede do governo, das secretarias e departamentos, guardas municipais sem equipamentos mínimos “farda”, desvios do dinheiro dos empréstimos consignadas, do INSS, do sindicato, praças abandonadas, perseguição a servidores, escândalos de corrupção entre outros . A prefeita “mandou” um projeto de lei em regime de urgência urgentíssima que pelo teor da mensagem percebe-se que lesa direitos constitucionais do art.5º e 8º (Constituição cidadã de 1988). 

Pelas considerações iniciais o referido projeto será de grande relevância para sua administração, além das grandes obras como “ponto dos moto táxis e guarita de João Peres,” esse deve revolucionar sua “grande administração” , a suspensão dos descontos contribuições sindicais da folha de pagamento”,  descumprindo decisões judiciais . 

Lei essa que  visa exclusivamente prejudicar um segmento da sociedade organizada em seu sindicato, “os servidores públicos”, pois ao inviabilizar sua instituição no auge de seus quinze anos de atuação,   estão prejudicando cada servidor individualmente. Este sindicato que trouxe ao servidor o  respeito e  a segurança e tem assistido nas questões judiciais e na luta pela garantia dos direitos dos associados e da categoria de um modo geral não vai se curvar diante “de sua ditadura precoce” que deseja amordaçar os cidadãos que não compõe, não concordam ou não acompanham   seu grupo político. "Prefeita gestores passam, mas  as instituições continuam".

Dos 13(treze) vereadores que compõem o legislativo, 09 (nove) rezam na castilha  da prefeita; há os que  afirmam ser parte do governo e não hesitam em declarar: “nós governo”, outros dizem está apenas na base mas comungam da mesma politicagem, restando apenas em defesa do povo os 04(quatro) na oposição.
Dos vereadores governistas 03(três) nasceram politicamente dentro dos movimentos sociais: Wilson de Miranda foi presidente do sindicato dos comerciários de Parnaíba, Alex atual presidente da ACOSA, Julio Cesar membro de direções do sindicato dos trabalhadores rurais e associações rurais , Flavia do gentil sabe como é difícil manter a APAE, sem orçamento e todos eles deveriam ter consciência da luta do SINDSEPMA.  Votar favorável a um projeto de lei que tem intenção única de colocar em risco a estabilidade dos servidores para satisfazer o ego de Manim, é não se preocupar com o povo. Eles deveriam conhecer a luta árdua na busca das conquista de direitos, estes muitas vezes direitos institucionalizado em leis. 
Não vou falar dos demais vereadores governistas apenas desabafar: "fiquei envergonhado com a atuação dos nossos legisladores". Dos 13(treze), destaco apenas Manoel da Polo, Helio, Jacira e Raimundinho que votaram contra essa que chamo de lei (          ) , pois visa prejudicar uma categoria. Projeto de lei esse que aprovaram sem discussão da matéria. Ao negarem a vereadora Jacira o direito de vista para uma analise mais minuciosa, materializou-se naquele momento o amém dos governistas a ordem do chefe. 
Aos amigos e companheiro do SINDSEPMA, reafirmo estamos juntos, a luta continua, não vou me curvar e nem me abater, o dia 28 de outubro está chegando e ao invés de nossa tradicional festa temos de ir as ruas demonstrar nossas insatisfações aos poderosos e para os que votaram contra nossa instituição mostrar que estamos unidos que juntos somos fortes . Já que a casa do povo em sua maioria nega o nosso direito  autorizado espontaneamente a contribuição sindical na folha de pagamento, só nos resta confiar na justiça e  buscar justiça para tantas injustiças. As tempestade sempre existirão mas juntos somos fortes e resistiremos.


Arnaldo MACHADO.





 

 


















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